II Encontro de Fotografia de Natureza e Vida Selvagem

Vouzela, foi palco do II encontro de fotografia de Natureza e Vida Selvagem, nos  dias 28 e 29 de Janeiro de 2012. Vários Fotógrafos apresentaram os seus trabalhos, com projectos interessantes, algumas novidades e as suas visões sobre a fotografia de natureza.

A SIC associou-se a este projecto e apresentou uma extensa reportagem no Jornal da Noite.

Para os que não viram esta reportagem podem fazer o download na integra a partir do link diponibilizado para o efeito neste blog.

video 

Reportagem da SIC Fotografos da Natureza

Convite - Exposição Fotográfica "A Visão de 5 Fotográfos"

  
Serve o presente para o/a convidar a assistir à inauguração da Exposição Fotográfica Colectiva " A Visão de 5 Fotógrafos ", a ter lugar no Arquivo Municipal de Albergaria a Velha no próximo dia 27 de Maio (6ª Feira).

Esta exposição estará patente até dia 29 de Maio de 2011 nesta galeria, é baseada em trabalhos fotográficos de cinco fotógrafos que acompanharam o Alberg. Circus 2010, Paulo Teixeira, Laurindo Almeida, Manuel Fernando, Marco Barros e Luís Monteiro.

A exposição acompanhará o horário de funcionamento do Arquivo Municipal de Albergaria a Velha

Alberg.Circus regressa pela 5ª vez a Albergaria

Pelo 5º ano consecutivo vai realizar-se em Albergaria-a-Velha o Alberg.Circus – encontro de malabarismo, artes do circo e mais…
Desde 2007 que o Alberg.Circus se realiza, sendo uma organização da associação cultural AlbergAR-TE, em parceria com a Câmara Municipal de Albergaria e que conta o apoio da Junta de Freguesia de Albergaria-a-Velha.
A edição deste ano terá lugar nos próximos dias 27, 28 e 29 de Maio em Albergaria-a-Velha, tendo como centro de actividade a Quinta da Boa Vista (Torreão), espaço municipal e local da futura biblioteca, agora em obras, localizada mesmo no centro da cidade.
Durante estes 3 dias realizar-se-ão toda uma série de actividades relacionadas com as artes do circo e as artes performativas em geral e que incluirão workshops de formação em diversas áreas, animações de rua, debates, num encontro que reunirá cerca de uma centena de participantes, amadores e profissionais das artes do circo e artes anexas. Do programa constará ainda uma vertente pública que inclui um espectáculo de circo (Gala) a realizar no sábado, 28 de Maio pelas 21:45, na tenda de circo instalada para o efeito na Quinta da Boa Vista ou um desfile dos participantes pela rua, seguido de animações e jogos, a realizar na tarde de domingo na Alameda 5 de Outubro.
O Alberg.Circus, dada a sua regularidade ao longo destes 5 anos, tornou-se numa referência ao nível nacional, ultrapassando até fronteiras, com a presença de alguns participantes estrangeiros.
Dado o carácter voluntário e não lucrativo do evento, a programação é dia-a-dia actualizada com a inclusão de novos formadores e artistas a actuar na Gala, sendo estas informações diariamente actualizadas através das páginas do Alberg.Circus em www.albergar-te.com ou do Facebook do evento em www.facebook.com/alberg.circus.

Alberg.Circus 5 - 27-28-29 de Maio 2011

Pelo 5º ano consecutivo, a associação cultural AlbergAR-TE vai levar a efeito mais um Alberg.Circus - encontro de malabarismo, artes do circo e mais… Mais uma vez o encontro terá como base a Quinta da Bela Vista (Torreão) em Albergaria-a-Velha.
Todo o programa está a ser elaborado no sentido deste 5º encontro superar as edições anteriores e tornar estes 3 dias num grande evento cultural e artístico, tendo como base o circo.
O Alberg.Circus só é possível com a colaboração voluntária de todas e todos, amantes das artes do circo, dado ser um evento sem fins lucrativos, um espaço de partilha.


Criança sobreviveu ao abutre, fotógrafo sucumbiu à dor.

O fotógrafo sucumbiu ao arrependimento e suicidou-se. A opinião pública crucificou Kevin Carter, mas, 18 anos volvidos, sabe-se que a criança que parece prestar-se a servir de pasto ao abutre sobreviveu à fome e à guerra no Sudão.

Criança sobreviveu ao abutre, fotógrafo sucumbiu à dor

Kevin Carter disparou, em 1993, no Sudão, a foto que lhe viria a custar a vida, paradoxalmente, eternizando o fotógrafo sul-africano na galeria dos maiores repórteres fotográficos de sempre, com um "frame" icónico, um retrato de uma tragédia que não precisa de uma sílaba sequer.

Quando fotografou aquela cena, em Ayod, no Sudão, em 1993, Kavin Carter terá visto, como quase toda a gente, na imagem de um abutre postado atrás de uma criança desnutrida, a metáfora perfeita para a fome que grassava, e matava, no Sudão.

Disparou e pouco depois entrou no avião. O New York Times publicou a foto, que em 1994 viria a ganhar o prestigiado prémio Pulitzer. Kevin Carter não suportou a glória de uma imagem que lhe recordaria a sua própria mortalidade, a sua própria face humana, que naquela tarde de 1993, no Sudão, se deixou dominar pelo brio profissional de capturar a imagem que melhor demonstrasse a tragédia que varria o Sudão. Conseguiu-o.

O Mundo viu, nessa foto, a morte e a fome, a morte pela fome. A opinião pública apressou-se a julgar e a condenar sumariamente a alegada frieza com que teria agido Kevin Carter, considerando que o fotógrafo poderia, e deveria, ter feito alguma coisa para salvar a criança. Kevin sentiu o mesmo e foi essa dor que o levou a pôr termo à própria vida, incapaz de suportar a ideia de não ter ajudado a salvar uma vida.

Crianças do Japão sentiram a mensagem da foto

No rescaldo do Pulitzer, nem todos se apressaram a condenar a postura do repórter perante a situação que o catapultou para a fama. No dia em que colocou termo à vida, chegavam à casa dos pais de Carter um maço de cartas escritas provenientes do Japão onde um grupo de crianças da escola de Arakawa Ward, em Tóquio, explicavam como a foto do abutre as havia tocado.

Alguns excertos das cartas acabariam por ser lidas no funeral de Kevin Carter: "se eu for apanhado numa situação difícil, vou lembrar-me da sua foto e tentar ultrapassar a situação"; "Até agora fui uma pessoa egoísta"; "Eu tiraria a foto com as mãos a tremer", podia ler-se nas várias missivas.

A história seguinte de Carter é a de uma talvez infundada má consciência que o atirou para um consumo compulsivo de drogas, segundo o relato de dois amigos, Greg Marinovich e João Silva que, juntamente com o próprio Kevin e Ken Oosterbroek constituíram o famoso "Bang Bang Club", um grupo de fotógrafos baseados em Joanesburgo que revelaram ao mundo a brutalidade do apartheid sul africano.

João Silva, o fotógrafo português radicado na África do Sul que, ao serviço do New York Times cobriu as principais guerras da ultima década tendo ficado gravemente ferido (perdeu as pernas) ao pisar uma mina no Afeganistão em Outubro do ano passado, foi o destinatário da carta deixada por Kevin aquando do suicídio. A carta, conta João, "era enraivecida". Nela, explica, Kevin justificava o recurso às drogas como "recurso fácil para a dor que sentia".

Afinal, sabe-se agora, não precisava de ajudar aquela criança, que estava a ser ajudada pela ONU. Conta o El Mundo, que a própria imagem ajuda a contar a história desconhecida, até agora, de Kong Nyong, a criança que escapou ao abutre e fintou a fome e a vida de Kevin Carter.

Na mão direita da criança vê-se uma pulseira de plástico da ajuda alimentar da ONU. Ampliando a foto, pode ver-se inscrita a sigla "T3".

"Usavam-se duas letras: "T" para a malnutrição severa e "S" para os que só necessitavam de alimentação suplementar. O número indica a ordem de chegada ao centro alimentar", contou Florence Mourin, que coordenava os trabalhos naquela campo improvisado de ajuda alimentar.

Feita explicação, a história, embora dura, parece mais linear: Kong Nyong sofria de malnutrição severa, foi o terceiro a chegar àquele centro e estava a receber ajuda. Sobreviveu à fome e evitou o abutre. Segundo o pai, morreu há quatro anos, em 2006, jovem adulto, vítima "de febres", não de fome. Kevin Carter é que já não está cá para testemunhar esta descoberta dos repórteres do El Mundo.

Fonte da Noticia: JN

Novo Link Para o Meu Site "fagrafar.com"

Olá amigos! Este site “fagrafar.com” colocado hoje em funcionamento pretende a curto prazo substituir o “fototeixeira.com”, nele vão ser colocados fotografias, textos, notícias e links interessantes para uso de todos. Com estas contribuições espero ajudar a melhorar os conhecimentos de todos na área da fotografia.
Tentarei colocar informações fidedignas que sejam relevantes para esta área. 

Aproveito para desejar a todos um Feliz Natal
Que 2011 seja um ano de sonhos concretizados.
Que este planeta nos continue a inspirar para fazer coisas boas e muitas fotos.

Agradeço desde já todos os comentários.

Introducing Parque Nacional Da Peneda-Gerês

Spread across four impressive granite massifs in Portugal’s northernmost reaches, this 703-sq-km park encompasses boulder-strewn peaks, precipitous valleys, gorse-clad moorlands and lush forests of oak and fragrant pine. It also shelters more than 100 granite villages that, in many ways, have changed little since Portugal’s founding in the 12th century. Established in 1971, Peneda-Gerês –Portugal’s first and most important national park – has helped preserve not just a unique set of ecosystems but also a highly endangered way of life.

The horseshoe-shaped park is blessed (or cursed) with more rain than anywhere else in Portugal, swelling its rivers and five sizable reservoirs. Within the southern park in particular, you’ll find exceptional hiking through forests and over high plateaus dotted with beehives and archaeological sites. The northwest is known for its idyllic rural accommodation in far-flung cottages and stone shelters.

Villages are dwindling as young residents leave for the cities, but so far they’re still able to offer a glimpse into a vanishing way of life. Meanwhile, the heights close to the Spanish border (especially in the Serra do Gerês, where several peaks rise over 1500m), are almost free of human activity, other than the shifting of livestock to high pastures in summer.

The park shares 80km of frontier with Spain and embraces a corresponding Spanish reserve. The main base is spa town Vila do Gerês. Portuguese day-trippers swarm up here on summer weekends, but if you go beyond the main camping areas you’ll quickly give crowds the slip.

Many of the park’s oldest villages remain in a time warp, with oxen trundled down cobbled streets by black-clad widows, and horses shod in smoky blacksmith shops. The practice of moving livestock, and even entire villages, to high pasture for up to five months still goes on in the Serra da Peneda and Serra do Gerês.

Despite joint governmental and private initiatives, this rustic scene is fading away as young people head for the cities. Village populations are shrinking, and an astonishing 75% of local people are over 65.

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